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Elon Musk é um homem de palavra. O empreendedor e filantropo apresentou, no último dia 28 de outubro, a telha solar da Tesla, peça que faltava para completar o plano de integração energética que ele pretende realizar através da empresa, e o qual havia revelado, em julho, através do seu blog.
O projeto é o primeiro fruto da união entre a SolarCity, fabricante de módulos fotovoltaicos (também conhecidos como painéis ou placas solares) e instaladora de sistemas, e a Tesla Motors, fabricante de carros elétricos e baterias de armazenamento, as quais também tiveram seus novos modelos revelados.
O evento de apresentação dos telhados fotovoltaicos ocorreu em Los Angeles, no Universal Studio de Hollywood, no meio do antigo cenário da série de TV americana, Desperate Housewives.
O local foi apropriadamente escolhido para apresentar a inovação; uma telha solar, que nada mais é do que um mini painel solar, porém em forma e aparência de uma telha e que, juntas, formam um telhado gerador de energia solar que parece exatamente igual a um telhado comum.
A ideia por trás da invenção de Musk, e que consta em seu plano, é criar, de forma suave e imperceptível, residênciais integradas com sistemas de geração e armazenamento de energia, que se mesclem ao ambiente e ainda ofereçam a mesma alta performance de geração elétrica de casas com painéis solares instalados.
             
Como todas as outras invenções do empreendedor, a telha solar também é focada na sustentabilidade energética e fecha a trilogia de produtos da empresa criados para trazer a visão de mundo que eles almejam, onde consumidores terão casas energeticamente independentes e onde ainda poderão abastecer seus carros elétricos.
Porém, a grande intenção com tudo isso é tentar inverter o aumento do aquecimento global, causado pela queima dos combustíveis fósseis e que se agrava a cada dia.
             “A razão de tudo isso, ainda é, acelerar o advento da energia sustentável, de forma que possamos imaginar um futuro distante e onde a vida ainda é boa. Isso é o que “sustentável” significa. Não é uma uma coisa boba ou hippie, é importante para todos.” disse Musk.
Saiba mais:
blog.bluesol.com.br/telha-solar-desenvolvida-pela-tesla/

Pois é, os cuidados com o meio ambiente são um dos assuntos mais comuns atualmente — e mais ainda quando o assunto é energia. É aí que entra a energia solar, que possui uma boa reputação justamente por ser renovável e não liberar poluentes na atmosfera do nosso planeta.

Pensando nisso, pesquisadores da Universidade da Colúmbia Britânica criaram uma espécie de placa absorvente de luz solar que pode transformar a luz em energia até mesmo quando o tempo está nas piores condições possíveis. Até aí, sem grandes novidades, certo? Bom, a diferença está justamente na composição do produto: ao contrário dos painéis de luz solar convencionais, esses vão utilizar certo tipo de seres vivos.

 

Os pesquisadores perceberam que as células solares — as partes dos painéis que são responsáveis por converter a luz solar em energia — funcionam melhor em dias ensolarados. Assim, eles trabalharam com bactérias E. coli geneticamente modificadas, que produzem uma substância chamada licopeno, capaz de converter a luz em energia. Você pode não conhecer esse nome, mas com certeza já viu os efeitos desse pigmento — ele dá o tom vermelho à casca dos tomates.

 

Assim, os pesquisadores transformaram as bactérias em produtoras dessa substância que age como um semicondutor e aplicaram essa mistura em uma superfície de vidro. No final, os testes mostraram que esse experimento obteve resultados melhores do que as células solares convencionais. Esses materiais biogenéticos poderiam ter usos que vão além dos painéis solares, como em explorações em grandes profundidades, onde realmente não há luz alguma.

 

Yadav Vikramaditya, professor do Departamento de Engenharia Química e Biológica da Universidade, apontou que o processo custa aproximadamente um décimo dos modelos convencionais. Entretanto, os pesquisadores ainda estão verificando alguma forma de manter as bactérias vivas, para que o pigmento possa ser produzido sem restrições.

Saiba mais:

tecmundo.com.br

Telha solar da Tesla traz inovação ao mercado fotovoltaico

           

Pesquisadores criam painéis de energia solar que funcionam com bactérias